segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Putero

Eram seis amigos e estavam discutindo a ida a um putero.  Naquela época uma das raras formas de se fazer sexo. Não como hoje, em que tudo é mais fácil.  Alguns nunca tinham ido, outros uma ou duas vezes. Seria a segunda vez do Pedro.
Vamos no próximo sábado?  Não dá o Paulinho só faz 18 anos na próxima semana.
Vem cá será que não dá problema ir no putero só com 18 anos, não precisa ter 21 anos, ser de maior ?  
Besteira eu já fui e não tenho 21 anos.
Não sei não, filme de sacanagem é proibido para 21 anos, quanto mais no real.
Tá com medo ?
Decidiram a data. No dia lá se foram, com o dinheiro justo para a metida e mais algum para as cervejas depois. Seria a hora de contar vantagens. Todos já tinham tido experiências. Era todo mundo comedor.
No fundo uns grandes mentirosos, no máximo uns pegas mais ousados com alguma menina.
Chegando no local a mulherada ficou louca. Carne fresca e inexperiente. Cliente bom, rápido, pois já estavam com a bala na agulha e em ponto de disparar.  Após algumas conversas, cada um foi pegando a sua e seguindo para os quartos.
E lá foi o Pedro. A mulher tirou a roupa. Seus seios que eram grandes, imponentes se prostraram em direção ao solo. Sua barriga tinha umas ondinhas que pareciam umas marolinhas.
Mais abaixo o grande foco do desejo.
Tirou sua roupa. Começou a lhe acariciar, alisar seu membro que já estava em ponto de ataque e o encaixou no seu sexo.
Estavam no agradável vai e vem do prazer quando batem na porta com força.
Pedro pensa: caralho, tô fodido, é a polícia. Não tenho 21 anos. Broxou na hora.
Batem novamente com força.
A mulher lhe pede, põe as calças e veja o que é. La vai ele tremendo, mal afivelando o cinto, mal abotoando a camisa para abrir a porta.
Qual não é a sua surpresa, o Paulinho, sem camisa com as calças nas mãos.
Me empresta algum para completar o pagamento pois ta faltando?
 Feito empréstimo, retorna. A essa altura com o membro em plena prostração.
A mulher o vendo naquele estado diz: Vem benzinho vou dar um jeito em você.
Lambe a sua orelha, corre sua língua pelo seu pescoço e mamilos. E vai descendo. Brinca com seu umbigo. E vai descendo. Passa pelos pentelhos. E vai descendo.
De repente, Pedro descobre a maravilha, de que havia outra forma de se fazer sexo.

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